13 de abril de 2013

CONDENADO A 120 ANOS É CONSAGRADO A OBREIRO





Meu nome é Paulo José França Muniz. Venho por meio deste relato dar o meu testemunho. Este amigo que lhe escreve é um homem que lhe odiava muito, mesmo sem lhe conhecer.
Só de ouvir a sua voz, me transformava no próprio diabo.
Venho de uma família destruída. Minha mãe largou meu pai e logo depois ele se matou. Entrei para a vida do crime aos 9 anos de idade, no estado da Bahia. Muitos da minha família servem aos espíritos malignos.
Lembro uma ocasião em que eu e minha irmã brigamos, e quebrei o braço da minha mãe quando foi nos separar. Daquele dia em diante, minha vida virou um inferno, e acabei me transformando em um assaltante, mesmo estando com 10 anos de idade.
Eu era muito respeitado na vida do crime – roubando e matando. Que eu me lembre, tirei a vida de cinco pessoas.
Com 17 anos, dava muito trabalho aos policiais daquele estado, e minha mãe sofreu muito. Quando ela ouvia falar que estava havendo um tiroteio na região, já sabia que era eu. Ela não aceitava a vida que eu levava. Até que chegou um dia em que a polícia falou para ela que eu não chegaria aos 18 anos.
Aí resolvi parar por alguns meses.
Minha mãe achou que eu tinha mudado. Ela me mandou para São Paulo, à casa do meu tio, para que eu ficasse longe das más companhias.
Chegando a São Paulo, em pouco tempo, já montei uma nova quadrilha com seis pessoas e saí para roubar empresas de ônibus. Aparentemente, estava dando tudo certo, vivendo uma vida de rico.
Enfim, a minha vida aqui em São Paulo ficou 6 anos nessa rotina, até que um dia fui preso fazendo um assalto na usina. As cadeias públicas da região não me aceitavam e nem aceitavam os meus parceiros, porque eles já sabiam que iríamos fugir. Aí me mandaram para o antigo Carandiru.
Me vi ali dentro preso, cheirando ‘farinha’, fumando maconha, igual a um louco. Todo mundo me abandonou. Me vi no fundo do poço. Fui evangelizado por um obreiro da Universal chamado João Gomes. Armei uma armadilha para matá-lo, mas não deu certo.
Eu tinha uma raiva incontrolável do povo da Universal.
Passado uns dias, pedi ajuda a uma denominação, porque não tinha mais coragem de pedir ajuda para o povo da Universal, mas essa denominação fechou as portas para mim, não me aceitando.
Eu me encontrava numa situação que pensava em tirar a minha própria vida, pois já não tinha mais drogas para usar nem família.
Quem me aparece nessa hora de desespero?
Um evangelista da Universal, que foi preso também. Ele conversou comigo e me ouviu, comprometendo-se a me ajudar do jeito que eu estava.
Desse dia em diante criei vergonha e deixei Jesus me ajudar.
Fui condenado a 120 anos de prisão, e estou preso há 15 anos e 5 meses. Mas sou feliz e liberto, pois já faz 14 anos que fui consagrado a evangelista pelo pastor Afonso, que hoje é bispo. Ele acompanhou toda a minha trajetória.
Faço a Obra de Deus com muito amor e dedicação pelas almas. Sei o significado de Jesus na minha vida.
Ah, mas o mais forte vem agora.
Eu já era evangelista em 2001 quando ajudei um companheiro preso, e este me traiu.
Eu havia quebrado o braço de um cidadão, ex-policial aposentado, e coloquei fogo na casa e no carro. Também matei o papagaio dele. Fiz uma barbaridade.
Certo dia, evangelizando dentro do presídio, ouvi um comentário: “Hoje vai morrer um obreiro da Universal...” Porque o filho do ex-policial estava preso também e sabia que era eu que havia feito a tal barbaridade com o pai dele, por isso citaram o meu nome. Eram tantos presos juntos que eu sabia quem iria me matar, mas eles não sabiam, nem me conheciam.
Quem deu meu nome para eles foi esse rapaz que eu estava ajudando.
Eu só orava e jejuava por uma semana.
Fui e conversei com o obreiro João, e o bispo deu uma ordem para que o obreiro me ajudasse. Ele foi conversar com esses ladrões que, na época, faziam parte de uma facção que age dentro e fora dos presídios.
Eles disseram: “Respeitamos muito os senhores, mas o que ele fez é imperdoável!”
O bispo prometeu conseguir uma transferência de presídio no mesmo dia, para não me matarem. Aparentemente, daria tudo certo, mas não fui transferido.
No outro dia, o bispo chegou e me perguntou o que aconteceu para eu não ter sido transferido. Simplesmente respondi: “Para qualquer lugar onde eu for existe carta e telefone. Vão ficar sabendo onde estou e vão dar ordem para me matarem.”
Falei que o meu problema eu iria resolver. Que Deus é Esse que estou servindo?
Mais um pesadelo!
Ele colocou as mãos na minha cabeça e abençoou e me mandou ir. Todos que trabalhavam na Obra de Deus ali naquele presídio se afastaram de mim, porque sabiam que eu ia e não voltaria vivo. Só um resolveu ir comigo.
Chegando naquele pavilhão 7, me deparei com 10 ladrões, todos com facas. Vi a minha morte. Quando me viram, começaram a me xingar, porque passavam todos os dias procurando por mim, mas o próprio Deus me cobria com Seu manto. Já tinha até uma pessoa encomendada para assumir a minha morte no meio daquela confusão, tipo um julgamento, que decidiriam se me matariam ou não.
O telefone de um deles tocou.
Era a mulher dele pedindo para que não me matassem, porque eu também servia a Deus na mesma igreja que ela.
Quando ele passou o recado para os demais, eles insistiam para que me matassem, mas ele disse que obedeceria ao pedido da esposa. Mal sabia ele que obedeceu ao próprio Deus.
Nesses anos todos nada disso me abalou, por esse motivo me dedico em fazer a Obra de Deus cada vez melhor. Estou prestes a ganhar minha liberdade e continuarei fazendo a Obra de Deus aí fora.
Conversava muito com o Marcos Sales, que hoje é pastor e estava preso comigo.
Quando nós conversávamos que seríamos pastor da Universal, os pastores que ouviam diziam que para nós “já era”, porque estávamos com a idade avançada. Mas nós, por dentro, amarrávamos, e hoje o Marcos, com 39 anos, foi consagrado a pastor e é responsável por sete regiões dos presídios.
Eu tenho 38 anos e não quero mais ser pastor, e sim um bispo do presídio, porque sei que com o Deus que sirvo posso ajudar muita gente.
Este é um relato do detento Paulo José França Muniz.


Universal nos presídios

Não importa onde estão, muito menos os seus erros, quando há um arrependimento, sinceridade diante do nosso Deus, o Espírito Santo vem, possui a pessoa, transforma e passa a usá-la como Seu instrumento onde quer que esteja!
A foto mostra seis presidiários sendo consagrados a obreiros dentro do cárcere, no dia 05/04/2013. São nossos auxiliares dentro do presídio.
Graças a Deus!




Oração do Pai Nosso


7 de abril de 2013

Com muito amor e fé o Grupo de Evangelização nos Presídios da IURD tem levado nova vida aos encarcerados - Baixada Santista.



Com muita dedicação os voluntários da IURD tem se empenhado para levar a palavra de Deus nos presídios.
Acompanhem um pouco do que acontece nos presídios da Baixada Santista através da Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus. 


 Doação de livros no Presídio- IURD Baixada Santista








Batismo no Presídio - IURD Baixada Santista 







24 de março de 2013

Bispo Macedo ensina sobre importância aos olhos de Deus da evangelização nos Presídios



Para a Igreja Universal do Reino de Deus levar a palavra de Deus dentro dos presídios é de extrema importância. Este trabalho tem como objetivo a recuperação e a ressocialização dos encarcerados. Isso aos olhos de Deus é muito importante, pois Deus vê os presos como  almas que necessitam de libertação espiritual e salvação. 

O bispo Afonso da Silva responsável pelo trabalho de evangelização nos presídios da IURD no Brasil ensina aos detentos o valor que eles têm para Deus.

Acompanhem neste vídeo algumas palavras do bispo Macedo falando sobre a importância para Deus de cada uma daquelas almas que se encontram encarceradas. 






Doação de 600 bíblias e kits de higiene aos detentos do CDP Pinheiros III


Acompanhem nestes três vídeos como é feito o trabalho de evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus dentro dos Presídios.

Nestes vídeos você poderá ver momentos das reuniões, onde o bispo Afonso, os demais pastores e obreiros fazem dentro do CDP Pinheiros III.

Os detentos recebem com alegria as doações. Eles agradecem pelas bíblias e os kits de higiene, que para a população carcerária é uma grande ajuda, principalmente para aqueles que se convertem e muitas das vezes não tem visitas de familiares para trazerem alguma ajuda nesse sentido.














17 de março de 2013

Ex-presidiário relembra passado na Casa de Detenção


Uma sequência de fatos ruins aconteceram na vida de Marcos. Entre o drama de uma mãe com HIV e um pai assassino de uma das amantes, ele conheceu a criminalidade.

Quase ninguém acredita que uma história como essa pode sim ter um final feliz. Mas após conhecer Jesus dentro da Casa de Detenção, através do trabalho de evangelização da Igreja Universal nos Presídios sua vida foi totalmente transformada, conforme ele relata. Acompanhem neste vídeo: 





10 de março de 2013

Evento no CPP Feminino de Butantã no dia internacional da mulher





No dia 08 de Março, dia internacional da Mulher, o Bispo Afonso da Silva responsável pelo trabalho de evangelização da Universal nos Presídios, juntamente com sua esposa Rose e o grupo de voluntárias que fazem reuniões evangelísticas no CPP Feminino de Butantã, realizaram um evento especial, onde foram distribuídos 550 livros Mulher V, 550 pacotes de chocolate e 550 rosas às detentas da unidade.








6 de março de 2013

Encontro com ex-presidiários e familiares





Recentemente, uma reunião foi realizada no Cenáculo do Espírito Santo da Avenida João Dias, em Santo Amaro, na zona sul da capital paulista, onde diversos ex-presidiários estiveram presentes, ao lado de seus familiares, para ouvir uma mensagem de fé do responsável pelo trabalho evangelístico da IURD nos presídios de todo o Brasil, bispo Afonso Silva.
“Deus conta com cada um de vocês, pessoas que um dia estiveram na prisão e hoje estão livres das garras do mal. Alguém que já viveu a dura realidade dos presídios tem muito mais condições de testemunhar àqueles que ainda estão lá”, ressaltou o bispo.
Ele lembrou aos presentes a história de Moisés, que, logo após ter nascido, foi colocado em um cesto e jogado no rio Nilo, pela própria mãe, para que não fosse morto pelos egípcios.
“Tudo de ruim que ele passou no Egito tinha um propósito. Ele estava sendo preparado durante aquele período em que esteve lá para tornar-se um grande líder, sendo o responsável pela libertação do povo hebreu do cativeiro”, destacou.
Do mesmo modo, o bispo acredita que o cárcere vivenciado pelos ex-presidiários que ali estavam presentes não foi em vão. Para ele, tudo que eles viveram naquele lugar servirá para que se tornem grandes libertadores de almas.
Experiência de vida
Acompanhados de suas esposas, mães e parentes, vários ex-presidiários deram testemunho da transformação que vivenciaram. Muitos deles, que disseram ter passado até mais de dez anos na cadeia, hoje vivem felizes ao lado da família.
Ao final do encontro, o bispo Afonso chamou todos ao altar e orou por eles.





Veja mais imagens nesta página:
http://universalnopresidiosp.blogspot.com.br/2013/02/familiares-dos-detentos.html



Nada a Perder chega as detentas em Sergipe






Voluntários do grupo de Evangelização da Igreja Universal nos Presídios visitaram, recentemente, as detentas do Presídio Feminino de Nossa Senhora do Socorro, na Região Metropolitana de Aracajú, em Sergipe. O encontro teve como objetivo exclusivo interceder por quem queria a chance de ter um recomeço em sua vida.

Além de orações, carinho, atenção e kits de higiene pessoal, todas as presas receberam  um exemplar de “Nada a Perder”, biografia do bispo Edir Macedo.

“Jesus veio para nos libertar do pecado e nos dar a salvação. Ele está lhe chamando ao arrependimento e a uma nova vida. Não se preocupe, Ele vai lhe aceitar como você é, mas não a deixará assim, fará uma transformação em sua vida, desde que você aceite o convite de entregar a sua vida a Ele, deixando para trás todo o sofrimento em que vive”, ressaltou o pastor Joel de Araújo, responsável pela evangelização nos presídios e delegacias de Sergipe.

Além de Ivanete, a presidiária Elaine Gomes da Silva também se sentiu transformada. “Fiquei maravilhada com a reunião e a tarde gostosa que passamos. É admirável o que os voluntários fazem, sempre passam uma palavra de conforto, que nos ajuda a não nos desesperarmos com a situação”, destaca. De acordo com ela, também foi de grande valia receber o kit, pois muitas nem recebem visitas. Elaine ainda ressaltou que a biografia do bispo Macedo ajudará, pois muitas terão a oportunidade de conhecer a trajetória de vida dele.“É um privilégio esse encontro, pois nos ajuda a nos aproximarmos de Deus”, disse a detenta Ivanete Leal da Paixão, enfatizando a seriedade do trabalho realizado pela IURD. Segundo ela, muitas vezes as presas são esquecidas pela sociedade e até mesmo por seus familiares. “A presença dos voluntários foi muito gratificante, afinal, ficar confinada aqui dentro é muito ruim. É bom saber que há pessoas que se preocupam e procuram uma maneira para dar forças para que  a gente possa passar por todos os obstáculos, lutas e permanecer na fé.”

Universal nas prisões

Atualmente, o Brasil possui o quarto maior número de presidiários do mundo, atrás de Estados Unidos, China e Rússia, segundo números do Centro Internacional para Estudos Prisionais. Para tentar ajudar essas pessoas a voltarem para a sociedade com uma nova perspectiva de vida, a Universal vem promovendo ações sociais dentro das unidades prisionais, como doação de material de higiene pessoal, apoio a dependentes químicos e distribuição de exemplares da Bíblia, revistas, livros e folhetos contendo mensagens de fé e incentivo.


20 de fevereiro de 2013

O Grupo de Evangelização da Universal nos Presídios também tem um intenso trabalho de evangelismo na cidade de Ribeirão Preto.


Evangelização da IURD na Penitenciária de Serra Azul I em Ribeirão Preto.


Acompanhem neste vídeo imagens, onde os voluntários da IURD entregaram 800 livros doados pelo povo da Igreja Universal, aos detentos da Penitenciária de Serra Azul I: